domingo, 26 de janeiro de 2014

Uma Curiosidade sobre a PLACENTA que eu não conhecia

Placenta cápsulas para uma transição agradável 


A placenta é um órgão vascular central maravilhoso, para o cumprimento da vida. Não, não, a gravidez placenta possível.

O sangue de uma mãe e seu bebê nunca misturados. A placenta é responsável pela tomada, o corpo da mãe, tudo o que o bebé necessita para ser formada. A placenta é o primeiro elo entre a mãe e seu bebê, o canal de comunicação pelo qual os hormônios, nutrientes e sangue é transmitida. É a primeira forma como uma mãe ama seu bebê ea primeira forma de um bebê se comunica precisa de sua mãe.

A palavra "placenta" é latim para bolo. Não é tanto um lado fetal como um lado materno para a placenta, então você poderia dizer que é um produto tanto da concepção e do corpo da mãe, por isso, é também o único corpo que pertence a duas pessoas. O desenvolvimento da placenta e do líquido transfusão começa a partir da 3 ª semana de gestação e é um órgão totalmente funcional para a 12 ª semana de gestação eo bebê serve as funções dos pulmões (sangue oxigenado), rim (limpar o sangue), fígado (hormonas), sistema digestivo (nutrição) e imune (anticorpos).

Normalmente, a placenta é então descartado entrega, muitas placentas são entregues aos laboratórios farmacológicos onde eles extraem hormônios e proteínas, longas cadeias para uso na fabricação de cremes de rugas, rímel, shampoo, dermocapilares tratamentos e menos para a reabilitação terapia localizada para lesões de atletas. Na China, os curandeiros placenta usar para aumentar a contagem de esperma ea mulher que deu à luz será servido na sopa ou em cápsulas para recuperar a força depois do parto stress.

No Ocidente, o serviço de converter a placenta de uma mãe, após o nascimento de suas cápsulas de bebê para tomar como um suplemento vitamínico pós-parto está disponível nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Alemanha, Inglaterra, Austrália, Nova Zelândia, América Latina, em Porto Rico e Costa Rica. Mais e mais mulheres estão voltando para casa com seu bebê e placenta. Independentemente se a mãe decide consumir ou entregar benefício para a terra para alimentá-la com mais força o paradigma de que a placenta é um produto orgânico, com características e funcionalidades além do nascimento se mantém.

Cada placenta é única e responde ao código genético de cada mulher, por isso a fórmula deste medicamento é fabricado individualmente para atender cada mulher, por seu próprio corpo. Para restabelecer a placenta para o corpo da mãe é reintroduzido o que originalmente levou placenta.

Especialmente minerais como ferro, abundante na placenta. A deficiência de ferro tem um forte impacto no desenvolvimento da depressão pós-parto. À medida que a placenta pode ser particularmente útil para as mães que tiveram depressão antes ou mães que tiveram hemorragia pós-parto.

Em outros mamíferos, que todos consomem a sua placenta, ou não carnívoros, domesticados ou não, placentophagy (comer a placenta), devido ao seu teor de hormônio elevado, fazendo favores amamentando decepção mais rápido, mas também aumentando a sua valor nutricional. Muitas mães salvos de suas cápsulas de placenta para momentos de transição, como o retorno ao trabalho, quando eles sabem que o seu leite pode ser alterada.

Em geral, acredita-se que a placenta pode ajudar:

. Restaurando a Energia após o estresse do trabalho 
. Fornecer ferro, minerais e vitaminas 
equilibrar os níveis hormonais. 
Reduzir lóquios sangramento pós-parto ou. 
aumentar a quantidade de leite e melhorar . qualidade do mesmo 
. Ajudando a contracção do útero ao seu tamanho original 
Auxiliar na transição para a menopausa (tintura de placenta). Entre hormônios placentários que são produzidos e transmitidos: Gonadotropin : O primeiro hormônio da placenta, apenas ocorre durante a gravidez. Este hormônio é responsável pela mulher de continuar a produzir progesterona. lactogênio placentário (HPL) : Este hormônio promove o crescimento. Promove o crescimento das glândulas mamarias, em preparação para a lactação. É também regula a glicose no sangue a partir da matriz, bem como os seus níveis de proteínas e lípidos de modo a que estejam disponíveis para o feto. estrogénio . contribui para o desenvolvimento das glândulas mamarias, em preparação para a lactação, estimula o crescimento uterino para acomodar o crescimento do feto progesterona Esta hormona é necessário para manter o revestimento endometrial do útero durante a gravidez. Trabalho também previne parto prematuro por inibir as contrações uterinas. Dois componentes adicionais da placenta: linfócitos Neurocinina e células supressoras que ajudam a envolver a placenta eo bebê com o sistema imunológico da mãe.


via:http://www.placentera.com/

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Álcool durante a gestação

*Observação minha:Na minha opnião as mães que bebem durante a gestação pra mim não tem diferença nenhuma daquela que aborta,da que joga nos lixos,na que fuma enfim,Não diferencia em nada!Simplismente nao tem amor No Bebe.Porque se tivesse não faria isso!Na boa quantas mulheres que descobrem estar gravidas e param assim que souberem,eu sei que é dificil pois é um vicio,Mais elas acabam sendo levada pelo instinto Maternal e lutam pra conseguir e Simplismente Conseguem!Além de ser totalmente Feio,faz muuito Mal pro Bebê!Pensem nisso!

Bebida e gestação: uma combinação nada boa
O uso do álcool durante a gestação pode ser muito perigoso para a mamãe. Não existe uma dose limite pré-estabelecida para a ingestão do álcool pela gestante que não prejudique o bebê.
O álcool é uma substância com livre passagem pela placenta e, portanto, livre passagem para o feto. O fígado do bebê que está em formação metaboliza o álcool duas vezes mais lentamente que o fígado da sua mãe, isto é, o álcool permanece por mais tempo no organismo do bebê do que da sua mamãe. Viu o perigo?
O aborto espontâneo e o trabalho de parto prematuro, assim como outras complicações da gravidez, também estão relacionados com o uso do álcool, mesmo em quantidades menores. O risco de aborto espontâneo quase dobra quando a gestante consome álcool.
Os prejuízos causados no feto pelo álcool podem causar desde gestos desajeitados até problemas de comportamento, falta de crescimento, rosto desfigurado e retardo mental, dependendo da fase da gravidez e também da quantidade de álcool ingerido.
A Organização Mundial da Saúde estima que a cada ano 12 mil bebês no mundo nascem com a Síndrome Fetal do Álcool ou Síndrome do Alcoolismo Fetal (SAF) ou 2,2 de cada mil nascimentos vivos.
Síndrome do Álcool - A SAF é a conseqüência no feto do consumo de álcool durante a gravidez e é irreversível. Caracteriza-se por retardo no crescimento intra-uterino, retardo do desenvolvimento neuropsicomotor e intelectual, distúrbios do comportamento (irritabilidade e hiperatividade durante a infância), diminuição do tamanho do crânio (microcefalia), malformações da face como nariz curto, lábio superior fino e mandíbula pequena, pés tortos, malformações cardíacas, maior sensibilidade a infecções e maior taxa de mortalidade neonatal.
Por vezes, o bebê ao nascer não apresenta algum defeito físico, mas alguns sintomas podem não serem óbvios até que o bebê complete entre 3 e 4 anos.
Alteração no peso - O peso de um bebê que foi exposto ao álcool é normalmente inferior ao dos bebês de mães que não beberam durante a gravidez. O peso ao nascimento de bebês afetados pelo álcool é de aproximadamente 2 quilos e dos bebês saudáveis é de 3,5 quilos.
Conforme a criança cresce, outros prejuízos começam a aparecer, entre os quais a memória fraca, falta de concentração, raciocínio fraco e incapacidade de aprender com a experiência.
A exposição do feto, seja em que época da gravidez, ao álcool não tem como conseqüência necessariamente a SAF. Como já foi falado, não se conhecem níveis seguros de consumo de álcool durante a gravidez.
Na maioria dos recém-nascidos prejudicados pela ação do álcool antes do nascimento não ocorre anomalias faciais e a deficiência do crescimento que identificam a SAF. Mesmo assim, todos os pequenos que são expostos ao uso de álcool portam danos cerebrais e outros comprometimentos tão significativos quanto os que ocorrem nos portadores da SAF.
Nem todas as mães que bebem terão bebês com algumas seqüelas. Qualquer quantidade de álcool é um risco, mas qualquer abuso exagerado do álcool é prejudicial para o feto, principalmente durante os primeiros três meses.
Dicas
- O álcool deve ser evitado durante a gestação e durante todo o período de amamentação, pois o álcool pode passar para o bebê através do leite materno.
- Como o álcool passa rapidamente para o sangue, o drinque da mamãe já atua sobre o bebê após 10 minutos.
- A extensão do dano causado pelo álcool no feto está relacionada com a duração e quantidade da ingestão de álcool.




Retirado do site guia do bebe.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Quantas vezes...

"E quantas vezes você estufou e alisou sua barriga em frente ao espelho? Quantas vezes você chorou ao ver aquele comercial que diz que "quando nasce um bebê, nasce também uma mãe"? Quantas vezes você sentiu um enjôo, uma tontura, uma cólica e pensou "que seja o meu bebê desta vez..."? Quantas vezes você fez o teste e disse "só vou olhar daqui a pouco", mas não resistiu e ficou acompanhando o resultado? E apareceu uma listrinha... E o seu coração apertou... E mesmo passando os 5 minutos, você ainda acreditou que a segunda viria... Horas depois, você deu uma "espiada" na tirinha, só por desencargo. E se entristeceu de novo ao ter certeza de que não foi desta vez. Quantos vídeos de parto você viu? Quantas histórias você leu? E quantos sonhos você teve? Quantas vezes você sentiu cheirinho de bebê e sorriu? Quantas reportagens você já viu na televisão? Quantas vezes você passou pelas lojas de roupinhas e móveis infantis e desejou que chegasse logo o dia, o seu dia de entrar lá e comprar as coisas mais lindas para o seu bebezinho? Quantas vezes você comprou alguma coisa para dar de presente e pensou "quando vai chegar a minha vez?" Quantas vezes você ficou indignada ao ver que mais uma vez um bebê foi abandonado? Você chorou ao imaginar a agonia do bebê esquecido no carro? Eu sim... Quantas coisas você guarda só pra você?
Quem não entende, chama de obsessão, mas não. 

É um sonho, um desejo, é um amor sem explicação! Um amor que já existe antes mesmo do positivo.
É o maior dos presentes, o melhor que pode acontecer na vida de uma mulher. 

É algo tão intenso que não se pode explicar com palavras. Ou talvez possa: Ser mãe! "

sexta-feira, 31 de maio de 2013

"O Grito Silencioso"

Atualmente, quando se fala em aborto poucas pessoas têm em suas mentes a real dimensão de seu significado, não imaginam como ele acontece ou quais são as técnicas utilizadas. O filme "O Grito Silencioso" é uma importante ferramenta para acabar com a ignorância que cerca o assunto. É um meio eficaz de visualizar, sem interferências ideológicas ou intelectuais o que de fato acontece num aborto.
Nesse momento, em que os grupos extremistas pró-aborto formados - pasmem, por mulheres em sua maioria - discutem com tanta paixão se o aborto é ou não um direito reprodutivo, se o feto é ou não um ser humano, se o feto pertence ou não ao corpo da mulher para que dele possa dispor como bem entender, quando se inicia a vida, e tantas outras questões, que o filme "O Grito Silencioso" desempenha um papel fundamental e deveria ser visto por todos. Isso para que haja um debate sério com honestidade intelectual suficiente para se chegar a uma decisão que abarque todos os interessados: a sociedade, o Estado, a mãe, o pai e o próprio feto. Todos devem saber o que acontece num aborto antes de emitirem opinião ou de legislarem.
O filme "O Grito Silencioso" foi produzido em 1985 pelo Dr. Bernard N. Nathanson, médico americano que chegou a ser conhecido pela alcunha de "Rei do Aborto" por seu papel desempenhado na legalização do aborto nos Estados Unidos. Ele ajudou a criar a Liga Nacional de Ação pelo Direito ao Aborto (NARAL). E, na iminência da aprovação da lei, fundou o Centro de Saúde Reprodutiva e Sexual em Nova York, onde coordenava a equipe e ele mesmo realizava os abortos. Esta clínica era a maior de NY e a mais ativa. Em seguida, criou o departamento de Fetologia no Hospital São Lucas, onde foi nomeado diretor do serviço de obstetrícia.
O Dr. Nathanson chegou a afirmar ter feito pessoalmente mais de cinco mil abortos. Até que surgiu a ultrassonografia. O aparelho de ultrassom foi a peça decisiva na mudança de vida do médico que, de maior abortista americano, passou a ativista pró-vida.
O filme "O Grito Silencioso" retrata de maneira inequívoca o que o Dr. Bernard Nathanson enxergou no útero de sua paciente que o fez mudar radicalmente.
A mensagem que o filme "O Grito Silencioso" transmite é tão forte e profunda que houve muitos casos de ferrenhos abortistas que mudaram radicalmente de opinião após assisti-lo, o Dr. Nathanson foi apenas um deles. Ele também é uma importante ferramenta para impedir que novas vidas sejam ceifadas ainda no ventre materno.
Se você conhece alguém que esteja pensando ou que tenha resolvido abortar, mostre esse filme a ela.   Finalmente, lançamos uma pergunta a todos aqueles que são favoráveis ao aborto, mesmo em casos isolados: depois de assistir ao filme, você ainda continua a favor do aborto?



quinta-feira, 30 de maio de 2013

Atenção!

Ola!!
Se você quer ver as entrevistas clique logo aqui a cima,onde esta escrito assim: O BLOG MÂE DE PRIMEIRA VIAGEM QUER SABER!e PRONTO!

Novidades no Blog

Pois é meninas,acho que todas vocês ja devem ter percebido que eu não sou muito de ficar contando somente o dia a dia da minha princesa né?
Pois então,aqui no blog eu falo de tudo aquilo que nós mães de primeira viagem devemos saber e gosto tambem de ficar postando matérias que eu acho interessante a tal..
Então ja que eu Adoooro,saber o que vocês mamães ja passaram e passam ainda,resolvi criar um espaço aqui para algumas PERGUNTAS onde você leitora que tem a oportunidade de estar Respondendo!Gostaram?
Sei que alguem deve estar lendo e dizendo ela imitou de fulando de tal,mais não!!
 porque?Então se você criou o blog foi copiando de alguem que ja tinha?Acho que não ne?Entaão...é publico e minhas perguntas são diferentes,ou as vezes pode até ser igual,Mais o importante é saber das RESPOSTAS que são uma diferente da outra ,não é mesmo meninas?rs
Quero que fique bem claro porque as vezes pode haver comentarios aqui que eu estou remendando alguem!
Acho que é bobeira isso o relato que "ALGUEM" dara ao meu blog sera diferente do "SEU".
Então ja que somos BLOGUEIRAS e gostamos muito de estar Conectadas aos nossos Seguidores fiz questão de vim até aqui e comunicar essa Novidade pra vocês!!
Haa,e ja ia me esquecendo vai ter RELATOS DE PARTO também!
 Fiquem Ligadas!! :)


quinta-feira, 23 de maio de 2013

Ande em dia com o cartão de vacina do seu bebê


Ao nascer
Públicas: BCG / Hepatite B

BCG: Dose única, contra as formas mais graves de tuberculose. Dada gratuitamente em postos de saúde e maternidades públicas. Recomenda-se que seja aplicada no primeiro mês de vida.
Modo de aplicação: Picada no braço direito (aplicação intradérmica). A ferida que se forma é normal e esperada. Vai formar uma cicatriz. Qualquer lesão mais significativa deve ser avaliada pelo pediatra.

Hepatite B: Primeira dose do total de três. Dada de preferência nas primeiras 12 horas de vida, na maternidade, ou então logo depois da alta. É gratuita em maternidades públicas e postos de saúde. Quando a mãe é portadora do vírus da hepatite B, a vacina é dada logo depois do nascimento.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).
1 mês
Pública: Hepatite B

Hepatite B: Segunda dose do total de três. Dada 30 dias depois da primeira dose. É gratuita em postos de saúde. Na rede particular, alguns médicos preferem dar esta dose aos 2 meses, numa combinação com outras vacinas na mesma picada.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).2 meses
Públicas: DTP + Hib / Pólio oral / Rotavírus / Pneumocócica conjugada 10-valente
Opção particular: DPaT + Hib + Pólio inativada ou / DPaT + Hib + Pólio inativada + Hepatite B / Rotavírus pentavalente / Pneumocócica conjugada 13-valente

DTP + Hib: Primeira dose. Contra difteria, tétano, coqueluche e infecções provocadas pela bactéria Haemophilus influenzae tipo b. É gratuita em postos de saúde. Os especialistas da Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam, no entanto, quando possível, a versão tríplice acelular (DPaT), por ter menos risco de efeitos colaterais. Ela está combinada com outras vacinas, reduzindo o número de picadas. Essa formulação não é encontrada de rotina nos postos de saúde.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).

Pólio: Primeira dose. Previne a poliomielite, ou paralisia infantil. A vacina dada gratuitamente nos postos de saúde é a oral (VOP, ou Sabin), a da gotinha. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda, pelo menos nas duas primeiras doses, a versão pólio inativada (VIP ou IPV, conhecida como Salk), que é aplicada na rede particular em combinação com a DPaT com Hib e às vezes com a da Hepatite B (pentavalente ou hexavalente), todas na mesma agulhada.
Modo de aplicação: A vacina oral (Sabin) é em forma de gotinha. Já a Salk é dada com picada no músculo da lateral da coxa, dentro da formulação 5-valente ou 6-valente.

Rotavírus: Primeira dose. Evita infecções pelo rotavírus, que causa vômito e diarreia. A vacina monovalente é dada de graça nos postos de saúde. Na rede particular, também existe uma versão que protege contra mais tipos de vírus, mas o esquema completo será de três doses, em vez de duas.
Modo de aplicação: gotinhas.

Pneumocócica conjugada: Primeira dose. Evita alguns tipos de pneumonia e outras doenças causadas pela bactéria pneumococo. Passou a fazer parte do Programa Nacional de Imunizações em 2010, portanto é gratuita. A da rede pública é contra 10 tipos da bactéria. Na rede particular existe uma versão que evita 13 tipos de bactéria (13-valente). O pediatra pode preferir dar esta vacina aos 3, 5 e 7 meses.
Modo de aplicação: picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).3 meses
Pública: Meningococo C conjugada

Meningococo C conjugada: Primeira dose. Protege contra a meningite e outras doenças disseminadas pela bactéria chamada meningococo C. Recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Desde 2010 é aplicada gratuitamente nos postos de saúde dentro do Programa Nacional de Imunizações. Também disponível na rede particular.
Modo de aplicação: Picada no músculo da lateral da coxa (intramuscular).4 meses
Públicas: DTP + Hib / Pólio oral / Rotavírus / Pneumocócica conjugada 10-valente
Opção particular: DPaT + Hib + Pólio inativada / Rotavírus pentavalente / Pneumocócica conjugada 13-valente Segunda dose das vacinas aplicadas aos 2 meses. Se o bebê teve reação ou ficou incomodado com a primeira dose, não necessariamente o problema se repetirá, mas é possível que aconteça. Siga as orientações do pediatra.

DTP + Hib: Segunda dose. Contra difteria, tétano, coqueluche e infecções provocadas pela bactéria Haemophilus influenzae tipo b. É gratuita em postos de saúde. Os especialistas da Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam, quando possível, a versão da tríplice acelular (DPaT), por ter menos risco de efeitos colaterais. Essa formulação não é encontrada de rotina nos postos de saúde. Não é obrigatório tomar o mesmo tipo da primeira dose, embora seja recomendável.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).

Pólio: Segunda dose. Previne a poliomielite (paralisia infantil). A vacina dada gratuitamente nos postos de saúde é a oral (VOP, ou Sabin), a da gotinha. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda, pelo menos nas duas primeiras doses, a versão da pólio inativada (VIP ou IPV, conhecida como Salk), que é aplicada na rede particular em combinação com a DPat+Hib (pentavalente). O ideal é tomar do mesmo tipo da primeira dose, mas não há problema se for do outro tipo.
Modo de aplicação: A Sabin é oral, em forma de gotinhas. Já a Salk é aplicada junto com a pentavalente, numa picada só, no músculo da lateral da coxa (intramuscular).

Rotavírus: Segunda dose. Evita infecções pelo rotavírus que causa vômito e diarreia. É dada de graça nos postos de saúde (esquema total de duas doses, aos 2 e 4 meses). Na rede particular, existe uma versão que protege contra mais tipos de vírus, mas o esquema completo será de três doses (aos 2, 4 e 6 meses). É preciso repetir a mesma versão de vacina entre a primeira e a segunda dose.
Modo de aplicação gotinha.

Pneumocócica Segunda dose. Previne alguns tipos de pneumonia e infecções causadas pela bactéria pneumococo. Passou a fazer parte do Programa Nacional de Imunizações em 2010. Como existe mais de um tipo, é preciso dar o mesmo tipo da primeira dose (atenção se tiver dado a primeira dose na rede privada e quiser passar para a particular, ou vice-versa).
Modo de aplicação picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).5 meses
Pública: Meningococo C conjugada

Meningococo C conjugada: Segunda dose. Protege contra a meningite e outras doenças. Recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Desde 2010 é aplicada gratuitamente nos postos de saúde dentro do Programa Nacional de Imunizações. Também disponível na rede particular.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa.6 meses
Públicas: DTP + Hib / Pólio oral / Hepatite B / Pneumocócica conjugada 10-valente/ Gripe
Opção particular: DPaT + Hib + Pólio + Hepatite B / Rotavírus pentavalente / Pneumocócica conjugada 13-valente / Gripe Terceira dose das vacinas aplicadas aos 2 e 4 meses, mais a terceira dose da hepatite B. Se, com alguma dose anterior, o bebê teve reação ou ficou incomodado, não necessariamente isso acontecerá de novo, mas pode ocorrer. Siga as orientações do pediatra.

DTP + Hib: Terceira dose. Contra difteria, tétano, coqueluche e infecções provocadas pela bactéria Haemophilus influenzae tipo b. É gratuita em postos de saúde. Os especialistas da Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam, no entanto, quando possível, a versão tríplice acelular (DPaT), por ter menos risco de efeitos colaterais e pela reunião de várias vacinas numa só picada (hexavalente). Essa formulação não é encontrada de rotina nos postos de saúde. Não é obrigatório usar o mesmo tipo de formulação das doses anteriores.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).

Pólio: Terceira dose. Previne a poliomielite (paralisia infantil). A vacina dada gratuitamente nos postos de saúde é a oral (VOP, ou Sabin), a da gotinha. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda, pelo menos nas duas primeiras doses, a versão da pólio inativada (VIP ou IPV, conhecida como Salk), que é aplicada na rede particular em combinação com a DPaT com Hib (pentavalente) ou DPaT com Hib e hepatite B (hexavalente), todas na mesma agulhada. O recomendável é tomar do mesmo tipo da primeira dose, mas não há problema se for do outro tipo.
Modo de aplicação: A Sabin é em forma de gotinhas. Já a Salk é aplicada junto com a pentavalente ou hexavalente, no músculo da lateral da coxa (intramuscular).

Hepatite B: Terceira e última dose. É gratuita em postos de saúde. Na rede particular, é dada também na mesma picada que outras vacinas da mesma data, como a DTaP, Hib e Salk (hexavalente).
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa.

Rotavírus: Terceira dose, prevista apenas no esquema de vacinação da rede particular (pentavalente, com esquema completo de três doses, aos 2, 4 e 6 meses). É obrigatória se criança tomou as duas primeiras doses da pentavalente.
Modo de aplicação: gotinhas.

Pneumocócica: Terceira dose. Previne alguns tipos de pneumonia e outras infecções causadas pela bactéria pneumococo. Passou a fazer parte do Programa Nacional de Imunizações em 2010. Como existe mais de um tipo, é preciso dar o mesmo tipo da primeira e da segunda doses (atenção se tiver dado as doses anteriores na rede privada e quiser passar para a particular, ou vice-versa).
Modo de aplicação: picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).

Gripe: A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda a aplicação da vacina contra a gripe (influenza) todos os anos para crianças de 6 meses a 5 anos. A cada ano o Ministério da Saúde oferece a vacina gratuitamente para determinada faixa etária (atualmente de 6 meses a 2 anos). A vacina da gripe deve ser aplicada de preferência durante o outono. Na primeira vez que a criança toma a vacina da gripe, são necessárias duas doses, com intervalo de um mês. É preciso reaplicar a vacina todo ano, porque todo ano o vírus muda.9 meses
Pública: Febre amarela

Febre amarela: Dose única da vacina contra o vírus da febre amarela para crianças residentes em áreas consideradas de risco, ou que se dirijam a elas. Estados em que se recomenda a vacinação: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Distrito Federal, Goiás, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Maranhão, partes dos Estados de São Paulo, Bahia, Paraná, Piauí, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Informe-se com o pediatra ou na unidade básica de saúde. Dada gratuitamente nos postos de saúde. Também disponível na rede particular.
Modo de aplicação: Picada subcutânea (com agulha curtinha) normalmente no braço, mas pode ser no bumbum ou na lateral da coxa.1 ano
Públicas: Meningocócica / Tríplice viral
Opção/complemento particular: Hepatite A / Catapora ou Tetra viral (rubéola + sarampo + caxumba + catapora)

Meningococo C conjugada: Dose de reforço. Protege contra a meningite e outras doenças disseminadas pela bactéria meningococo C. Recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria, desde 2010 é aplicada gratuitamente nos postos de saúde dentro do Programa Nacional de Imunizações. Também disponível na rede particular.
Modo de aplicação: Picada no músculo da lateral da coxa (intramuscular).

Tríplice viral (SRC, ou MMR): Primeira dose. Protege contra rubéola, sarampo e caxumba. Faz parte do calendário do Ministério da Saúde, portanto é aplicada gratuitamente nas unidades básicas de saúde. Também disponível na rede particular.
Modo de aplicação: Picada subcutânea (agulha curtinha) preferencialmente no braço.

Hepatite A: Primeira dose de duas. Não faz parte do calendário do governo, portanto está disponível apenas em clínicas particulares. É recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria. O esquema sugerido é com 1 ano, mas o início pode ser adiado por alguns meses para dividir o número de aplicações. A segunda dose é dada seis meses depois da primeira.
Modo de aplicação: Picada no músculo da lateral da coxa (intramuscular).

Catapora (Varicela): Pode ser dada só nesta dose ou com um reforço, em caso de contato com a doença ou então entre os 4 e 6 anos. Não faz parte do Programa Nacional de Imunizações, portanto não é fornecida gratuitamente pelo SUS. É recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Uma observação: deve ser dada no mesmo dia que a tríplice viral, ou então com 28 dias de intervalo, porque uma pode interferir na resposta da outra. Existe uma opção que combina a tríplice viral e a vacina contra varicela na mesma picada (tetra viral), só na rede particular.
Modo de aplicação: Picada subcutânea (com agulha curtinha) normalmente no braço.
Obs: Como são várias imunizações com 1 ano, o pediatra pode preferir fazer duas das vacinas com 1 ano e duas um mês depois, quando a criança tem 13 meses (1 ano e 1 mês).1 ano e 3 meses
Públicas: DTP / Pólio (gotinha) / Pneumocócica conjugada 10-valente
Opção particular: DPaT + Hib + Pólio / Pneumocócica conjugada 13-valente

DTP (tríplice bacteriana): Dose de reforço. Contra difteria, tétano, coqueluche. É gratuita em postos de saúde. Os especialistas recomendam a versão tríplice acelular (DPaT), por ter menos risco de efeitos colaterais. Essa formulação não é encontrada de rotina nos postos de saúde. Não há obrigatoriedade de usar a mesma formulação das doses anteriores, elas são intercambiáveis.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).

Pólio: Dose de reforço. Previne a poliomielite (paralisia infantil). A vacina dada gratuitamente nos postos de saúde é a oral (VOP, ou Sabin), a da gotinha. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda, pelo menos nas duas primeiras doses, a versão da pólio inativada (VIP ou IPV, conhecida como Salk), que é aplicada na rede particular em combinação combinação com a DPaT com Hib, todas na mesma agulhada.
Modo de aplicação: A Sabin é oral, em forma de gotinhas. Já a Salk é dada junto com outras vacinas na formulação pentavalente, aplicada na parte lateral da coxa (intramuscular).

Hib: Dose de reforço contra infecções provocadas pela bactéria Haemophilus influenzae tipo b. A dose de reforço é recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria no caso de aos 2, 4 e 6 meses a criança ter tomado a vacina combinada com a DPaT. Nesse caso o reforço vai dentro da vacina pentavalente (pólio inativada + DPaT + Hib + hepatite), aplicada normalmente em clínicas particulares. Esse reforço não faz parte do Programa Nacional de Imunizações.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa ou do bumbum (intramuscular).

Pneumocócica conjugada: Dose de reforço. Passou a fazer parte do Programa Nacional de Imunizações em 2010. Pode ser aplicada a qualquer momento entre 1 ano e 1 ano e 11 meses. Não há problema se houver diferença entre o tipo de vacina das primeiras doses e do reforço (10-valente ou 13-valente).
Modo de aplicação: picada no músculo lateral da perna, ou às vezes no bumbum.1 ano e 6 meses
Particular: Hepatite A

Hepatite A: Segunda dose. Não faz parte do calendário do governo, portanto tem de ser dada em clínicas particulares. É recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria. A segunda dose é aplicada seis meses depois da primeira, e alguns pediatras preferem fazer o esquema um pouco mais tarde.
Modo de aplicação: picada no músculo da lateral da coxa (intramuscular).4 a 6 anos
Públicas: DTP / Pólio oral / Tríplice viral
Opção particular: DPaT + Pólio inativada / Tetra viral (rubéola + sarampo + caxumba + varicela) ou Tríplice viral + Varicela

DTP (tríplice bacteriana): Segunda dose de reforço. Contra difteria, tétano, coqueluche. É gratuita em postos de saúde. Os especialistas da Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam a versão da tríplice acelular (DPaT), por ter menos risco de efeitos colaterais, e para diminuir o número de picadas. Essa formulação não é encontrada na rotina dos postos de saúde. Não é obrigatório tomar o mesmo tipo das doses anteriores.
Modo de aplicação: Picada intramuscular, que pode ser no braço, glúteo (bumbum) ou parte lateral da coxa.

Pólio: Dose de reforço. Previne a poliomielite (paralisia infantil). A vacina dada gratuitamente nos postos de saúde é a oral (VOP, ou Sabin), a da gotinha. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda a versão da pólio inativada (VIP ou IPV, conhecida como Salk), que é aplicada na rede particular em combinação com a DPaT (tetravalente).
Modo de aplicação: A vacina Sabin oral, em forma de gotinhas. Já a Salk precisa de picada no músculo da lateral da coxa.

Tríplice viral (SRC, ou MMR): Reforço. Protege contra rubéola, sarampo e caxumba. Faz parte do calendário do Ministério da Saúde, portanto é aplicada gratuitamente nas unidades básicas de saúde. Também disponível na rede particular, onde há uma versão combinando a vacina contra varicela (catapora) na mesma picada.
Modo de aplicação: Picada subcutânea (agulha curtinha) preferencialmente no braço.

Catapora (Varicela): Dose de reforço. Esta dose é recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria. O reforço pode ser dado também até cinco dias depois do contato com alguém doente de catapora, evitando a infecção. Não faz parte do Programa Nacional de Imunizações, portanto não é fornecida gratuitamente pelo SUS. Uma observação: deve ser dada no mesmo dia que a tríplice viral, ou então com 28 dias de intervalo, porque uma pode interferir na resposta da outra. Existe uma versão que já reúne na mesma picada a tríplice viral e a vacina contra varicela (tetra viral).
Modo de aplicação: Picada subcutânea (com agulha curtinha) preferencialmente no braço.10 anos
Febre amarela

Febre amarela: Dose de reforço da vacina contra o vírus da febre amarela para crianças residentes em áreas consideradas de risco (zonas rurais da região Norte, Centro-Oeste, Estado do Maranhão, partes de Piauí, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) ou de transição. Dada gratuitamente nos postos de saúde.
Modo de aplicação: Picada subcutânea (com agulha curtinha) no braço, bumbum ou perna.




  

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